segunda-feira, 30 de maio de 2016

Heróis do passado: Marcus Camby

UMass sucesso e polêmica
   Hoje vamos relembrar a história de um grande defensor que passou pela liga, de um passado não muito distante e que deixou marcas nas equipes onde atuou. Vamos falar hoje sobre Marcus Camby, um grande pivô que fez sucesso no Denver Nuggets e New York Knicks.
   Camby começou sua carreira no Ensino Médio em Conrad High Schoool, depois mudou-se para Hartford Public High School, onde conclui seu ensino médio. Na sua última temporada teve médias de 27 pontos, 11 rebotes, 8 tocos e 8 assistências, sendo campeão estadual com um recorde de 27-0, de quebra foi eleito o Gatorade Connecticut Jogador do Ano.
   Após o ensino médio, jogou no basquete universitário por UMass Minutemen onde fez história. É o segundo da história em tocos com 336 e o quarto na história da universidade a ter 300 tocos na carreira, logo em seu primeiro ano registrou 105 tocos, recorde dos novatos (freshman), sendo nomeado o Calouro do Ano da Atlântico 10. Na sua segunda temporada, 1994/95, chegou a Elite-8 e foi nomeado para o primeiro time da conferência. 
   No ano seguinte ganhou os prêmios John Wooden e Naismith Jogador Universitário do Ano, quando levou a UMass ao torneio da NCAA como número um do país e chegando ao Final Four. No torneio da NCAA ele marcou o recorde do torneio em tocos, 43 bloqueios em 11 jogos e ao final do campeonato renunciou o último ano de faculdade e se inscreveu para o Draft da NBA. Infelizmente de nada valeu todo esforço da UMass no tornio, a participação foi oficialmente anulada pela NCAA quando descobriram que Camby aceitou 28 mil dólares de dois agentes esportivos. Como pena a universidade teve de devolver 151.617 dólares em receitas do Torneio da NCAA de 1996, esse montante foi reembolsado por Camby posteriormente. Os dois agentes, segundo a Sports Illustrated de 1997 tinham esperanças de serem contratos por Camby quando ele fosse profissional, dizia também na matéria que o jogador havia ganho de jóias, carros de aluguel e prostitutas dos agentes.
Chegada na liga com qualidade
   Para fechar a controvérsia de sua passagem na NCAA, em 2010 teve seu número aposentado pela UMass, em meio a críticas pela revogação das conquistas do Final Four e de reconhecimento como um dos maiores atletas da história da universidade.
   Sua carreira na NBA começou em 1996, sendo a segunda escolha do Draft e com o pé direito, sendo All-Rookie Primeiro Time com médias de 14.8 pontos, 6.3 rebotes e 2.1 tocos por partida. Na temporada seguinte foi o líder da NBA em tocos, com média de 3.7 bloqueios por partida. Em 1998/99 foi negociado para os Knicks, para ser um backup de Patrick Ewing e foi muito bom para a franquia. A equipe de Nova Iorque classificou-se em 8° lugar para os Playoffs, e os companheiros e amigos Camby e Latrell Sprewell firmavam-se na equipe principalmente nas duas primeiras rodadas. Com uma lesão que tirou Ewing do final da temporada, Camby afirmou-se com médias de duplo-duplo e virou a série contra o Indiana Pacers, tornando os Knicks o primeiro oitavo colocado a chegar as finais da NBA, mas sendo derrotado pelos Spurs.
Bons momentos na Big Apple
   Na temporada 1999/00, Camby voltou a ser reserva e teve uma temporada digna de um Sexto Homem do Ano. Foram até as finais da Conferência Leste mas perderam para o Idiana Pacers. No ano seguinte, a temporada de Camby foi marcada por uma briga com Danny Ferry do San Antonio Spurs. Depois de ser atingido no olho e como o jogo parado, ao tentar acertar Ferry o treinador Van Gundy interviu, tomando uma cabeçada de Camby e levando 15 pontos na cabeça. Pelo incidente Camby foi suspeso por cinco jogos e multado em 25 mil dólares. 
   Em 2003 foi negociado e começou a jogar no Denver Nuggets, já na primeira temporada ao lado do novato Carmelo Anthony, levaram a franquia de volta aos Playoffs. Na temporada 2005/06 teve médias de 12.9 rebotes por jogo, sendo 9.6 defensivos, 1.4 roubos de bola, 12.8 pontos e foi o líder da liga em tocos com 3.3, quando os Nuggets foram campeões da Divisão Noroeste. No ano seguinte, provavelmente foi o melhor de sua carreira, foi eleito o Jogador de Defesa do Ano, com médias de 3.3 tocos, 11.7 rebotes e 1.24 roubos de bola.
Nuggets e bons números
   Nas temporadas seguintes ele manteve-se como um dos grandes defensores do jogo, com alguns feitos, tornou-se o quarto jogador desde 1990 a ter pelo menos 20 pontos, 20 rebotes, 6 assistências e 6 tocos, tornou-se apenas o terceiro jogador desde 1973/74 a ter pelo menos 24 rebotes e 11 tocos, atingiu a marca de 1000 tocos em 2008 e conseguiu um triplo-duplo em apenas 27 minutos, que é o recorde da liga. Ele foi negociado para o Los Angeles Clippers em 2008, e Camby se dizia infeliz, que sua saída foi como se ele fosse um bode expiatório pelo insucesso dos Nuggets na pós-temporada. Em 2010 foi novamente trocado, indo jogar no Portland Trail Blazers, depois em 2012 para o Houston Rockets e novamente para os Knicks em 2013, foi negociado para os Raptors que o dispensaram, assinando com os Rockets e sendo novamente dispensado, encerrado de vez sua carreira.
Rockets: o fim da linha
   Camby foi um grande defensor, um dos melhores que passou pela liga, em suas 17 temporadas aposentou-se com médias de 9.5 pontos, 9.8 rebotes e 2.4 tocos por partida. O pivô foi 1 x Jogador de Defesa do Ano, 2 x All-Primeiro Time de Defesa, 2 x All-Segundo Time de Defesa e 4 x Líder da NBA em tocos. Quando se fala em defesa, Marcus Camby deve ser lembrado.
   Abaixo dois vídeos, o primeiro da briga famosa e o segundo sobre a sua carreira.



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Lebron encara jogo 6 como jogo 7

Lebron vai pra fechar a série no Canadá

   O Cleveland Cavaliers está prontinho para chegar a mais um decisão da NBA, com a vantagem de 3 a 2 na série final da Conferência Leste eles não querem correr riscos.
   Com duas derrotas fora de casa na série, Lebron prometeu que os Cavaliers vão tratar o jogo 6 como uma partida de eliminação. "Esse é o nosso jogo 7, assim que vamos tratar essa partida". - disse o astro aos repórteres hoje cedo. O treinador dos Cavs, Tyronn Lue, deu uma declaração na quinta-feira muito semelhante quando no início do jogo pediu para Lebron definir o tom da partida. "Esse é o nosso jogo 7. Trabalhamos o ano inteiro para chegar a esse ponto". - comentou Lue.
   No entanto, a equipe de Cleveland foi batido todas as vezes em que jogou no Canadá nessa temporada. Foram quatro jogos muito bem disputados, mas todos com derrota devido a grandes atuações de Kyle Lowry. Nessa série, os Raptors tem sido uma equipe bem mais agressiva, vencendo os jogos em casa com um combinado de 21 pontos de diferença, mas quando jogaram fora foram batidos com um combinado de 88 pontos de diferença. 
   Os Cavs definitivamente são mais talentosos, e se conseguirem impor a sua forma de jogar, se atingir o seu potencial, hoje a noite a série deve ser encerrada. Os Raptors em contrapartida tem se mostrado uma equipe resiliente em casa, e devemos lembrar que já ganharam dois jogos de eliminação nessa pós-temporada. E caso um jogo 7 seja forçado, a pressão será toda de Lebron James e dos Cavs.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Lebron diz estar relaxado

Lebron não esperava dificuldades ontem

   Após duas vitórias seguidas nos jogos 3 e 4 em casa, o Toronto Raptors entrou no jogo de ontem pelas finais da Conferência Leste com uma possibilidade improvável, mas plausível de virar a série para 3 a 2 em Cleveland.
   Enquanto o Cleveland Cavaliers tinha razões para se preocupar, mas Lebron James acreditava que eles não tinham muito com o que se preocupar no jogo 5. "Eu tenho sido parte de algumas situações muito adversas. Simplesmente não acreditava que esta seria uma delas". - disse Lebron aos repórteres após a vitória no jogo 5.
   Depois de bater os Raptors por 38 pontos, é difícil julgar Lebron por seu excesso de confiança, ainda mais depois de anotar 32 pontos, 8 assistências e 6 rebotes, em apenas três períodos atuando, já que não entrou em todo quarto período. Com Kevin Love e Kyrie Irving saudáveis, Lebron não precisa carregar a equipe em pontuação para levar os Cavs a vitória, o que o tem deixado bem a vontade para essa pós-temporada.
   Ele completou dizendo: "Pode haver um momento em que eu precise ter um daqueles jogos, mas até então, só relaxar".
   O fator casa está bem forte nessa série, na Quicken Loans Arena os Cavs semrpe atropelaram os Raptors, e o mesmo tem acontecido no Air Canada Centre. Porém o Cleveland tem uma vantagem em relação a temporada passada, no último ano o Lebron teve de carregar toda a equipe sozinho, nesse ano eles tem Love e Irving. É bem verdade que Love tem deixado a desejar, mas Irving tem jogado demais e se os três jogarem com qualidade serão uma equipe muito difícil de ser batida. 
   Torço sinceramente para que os Cavs cheguem as finais e enfrentem o Thunder, com certeza será uma grande final para assistir, a revanche entre Lebron e Durant. Até lá vamos seguir conferindo os jogos, mas as chances dessa reedição do confronto na final é bem alta.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Durant não ficou surpreso com decisão sobre Green

KD já esperava que Draymond Green não fosse suspenso

   Kevin Durant não tinha nenhuma dúvida de que, Draymond Green não seria punido por chutar Steven Adams no último jogo entre Oklahoma City Thunders e Golden State Warriors. No lance ocorrido, após uma falta Green "lança" a perna para cima e acerta na genitália de Adams.
   Durant acreditava que Green sairia impune, não por não merecer a suspensão, mas pelo fato de acreditar que a NBA não suspenderia uma de suas estrelas.
   "Eu nem penso que isso é algo de que deveríamos estar falando. Eles não vão suspender Draymond Green, ele é um dos principais jogadores na liga de, indiscutivelmente, um dos melhores times da história. Eles não vão suspendê-lo. Realmente não penso sobre isso. Eu sabia que a liga ia deixá-lo jogar, multar e atualizar para uma falta flagrante 2. Todos sabíamos que isso ia acontecer. A liga é sobre negócios." - disse KD aos repórteres hoje.
   Green tinha recebido uma falta flagrante de nível 1. A NBA atualizou para flagrante 2, e multou o atleta em 25 mil dólares, depois de determinar que a falta foi "desnecessária e excessiva".
   Green e o treinador dos Warriors, Steve Kerr, disseram que a falta não foi intencional, que foi fruto do contato da jogada. O ala dos Warriors disse que pediria desculpas, embora Adams tenha dito que não foi nada demais. Hoje as equipes voltam a quadra para o jogo 4, a série está 2 a 1 para o Thunder.
   Para mim foi sim intencional, no vídeo (olhar abaixo) podemos ver que Green chuta Adams e isso que a NBA fez é extremamente errado. Mesmo que o cara seja uma estrela, importante para sua equipe, se ele precisava ser suspendido que o fosse, essa forma de agir prova o que Durant disso acima, são negócios. É mais interessante ver Green em quadra, o que deixa o jogo bem competitivo do que tirá-lo, o que traria uma adversidade aos atuais campeões e detentores do melhor recorde da história de uma temporada regular. Ao que parece a NBA pode estar tentando proteger os Warriors, talvez com o intuito de que eles cheguem as Finais, tem o melhor recorde da história e não foram campeões, isso não valeria de nada o 73-9. Vamos ficar ligados!

domingo, 22 de maio de 2016

Heróis do passado: Charles Oakley

Virginia Union o começo da caminhada
   Nossa série vai relembrar hoje a história de Charles Oakley, um grande jogador das décadas de 1980 e 90, sua grande habilidade em pegar rebotes marcaram a sua carreira.
   Charles Oakley começou a jogar basquete em John Hay High School, na sua cidade natal, Cleveland. Depois disso, foi jogar na Universidade de Virginia Union de 1981 a 1985, onde foi nomeado o jogador do ano da NCAA Divisão II em 1985 com médias de 24.3 pontos e 17.3 rebotes. Depois da universidade foi tentar a sorte no Draft da NBA.
   Em 1985 foi selecionado na nona posição, pelo Cleveland Cavaliers mas tendo os seus direitos negociados com o Chicago Bulls. Oakley chegou como outra opção de pontuação e com boas performances ofensivas e defensivas, na equipe liderada por Michael Jordan. Ele tinha papel de "policial", o dever dele era proteger os jovens jogadores, principalmente Jordan. Nesse ano foi eleito para a Equipe All-Rookie. 
   Depois da escolha de Horace Grant, após três anos em Chicago, Oakley foi negociado para o New York Knicks em troca de Bill Cartwright. Ele acabou compondo o núcleo da equipe que contava com Patrick Ewing, John Starks e Mark Jackson. Durante a temporada de 1994, que incluiu um recorde de 25 partidas de Playoffs, ele foi titular de todas as partidas da temporada regular e da pós-temporada totalizando 107 jogos, um recorde para uma única temporada. Em seus tempos de Knicks ficou conhecido pela sua qualidade defensiva.
Knicks foi a equipe em que mais atuou
   Em 1998 foi negociado por Marcus Camby, estrela em ascensão com o Toronto Raptors. Na equipe de Toronto foi mentor para duas jovens promessas, os primos Vince Carter e Tracy McGrady. Em 2001 voltou para o Chicago Bulls em uma troca por uma escolha de segunda rodada. Em sua segunda passada pela equipe de Chicago jogou 57 partidas, iniciando 36 deles com médias de 3.8 pontos, 6 rebotes e 2 assistências.
   No ano de 2002, como um agente livre, assinou com o Washington Wizards, voltando a jogar novamente com Michael Jordan. Atuando em 42 partidas na temporada, teve médias de 1.8 pontos, 2.5 rebotes e 1 assistência por partida. Na temporada de 2004 assinou dois contratos de dez dias com o Houston Rockets, mas atuou apenas em 7 partidas com as médias mais baixas da carreira. Ao final de 2004 ele se aposentou.
   A carreira de Oakley foi marcada por números expressivos, ele ficou entre os TOP10 em rebotes 5 vezes entre 1987 e 1994, nessas temporadas e mais uma jogou 82 partidas, foi 2 x Líder da liga em rebotes, foi 1 x All-Star e foi 1 x All-Primeiro Time de Defesa, tendo na carreira médias de 9.7 pontos, 9.5 rebotes e 2.5 assistências por partida, é membro do Hall da Fama da Universidade de Virginia Union. Por todos os seus feitos merece ser lembrado.

sábado, 21 de maio de 2016

Charles Oakley acredita que Cavaliers estão jogando contra juvenis

Charles Oakley vê Cavs com vantagem

   Charles Okley não pensa muito sobre a conferência leste, apenas no time de sua cidade natal. O Cleveland Cavaliers que atualmente tem um recorde de 10-0, bateu seus últimos três adversários com facilidade e chegaram pela segunda consecutiva as finais da conferência. Isso deixa Oakley impressionado com a forma como o time número um do leste vem jogando.
   "Os Cavaliers estão jogando com equipes juvenis agora." - disse Oakley nesse sábado no Sirius XM Radio.
   O primeiro adversário foi corajoso, o Detroit Pistons colocou um pouco de desafio nos três primeiros jogos antes do Cavs controlar. Depois veio o Atalnta Hawks que foi engolido por uma chuva de bolas de três, ainda tentaram lutar mas foram varridos.  Finalmente os Raptors, que já empregaram Oakley.
   Sofrendo com as contusões de duas vitórias em séries de sete jogos extenuantes, os Raptors não tem conseguido ser um adversário a altura. No segundo jogo perdendo por 19 pontos e no primeiro por assombrosos 31 pontos. Se os Cavs conseguirem varrer o Toronto Raptors, chegariam as finais com a mais longa sequência de vitórias da história dos Playoffs. Mas os Cavs são tão bons ou o Leste é muito ruim? Eu acredito ser um pouco das duas coisas, todos os times do leste são mais fracos que os do oeste somente comparando os Playoffs, e de todas as equipes o Cavaliers é a melhor.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

NBA divulga All-Rookie Primeiro time e segundo time

Porzingis e Towns dominaram a liga

   Hoje a NBA divulgou a suas equipes de novatos da temporada 2015/16. Os principais destaques são Karl-Anthony Towns e Kristaps Porzingis, os líderes em votos.
   A primeira equipe de novatos foi composta por Karl-Anthony Towns do Minnesota Timberwolves, novato do ano com 260 votos e médias de 18.3 pontos e 10.5 rebotes, seguido por Kristaps Porzingis do New York Knicks com os mesmos 260 votos e médias de 14.3 pontos e 7.3 rebotes, seguido por Devin Booker do Phoenix Suns com 231 votos e médias de 13.8 pontos e 2.6 assistências, Nikola Jokic do Denver Nuggets com 186 votos e médias de 10 pontos e 7 rebotes, e fechando a equipe Jahlil Okafor do 76ers com 186 votos e médias de 17.5 pontos e 7 rebotes por partida. 
   Towns e Porzingis foram eleitos de forma unanime, o que não é de se espantar devido ao domínio que mostraram na quadra em sua primeira temporada, principalmente nos três primeiros meses. Enquanto Porzingis irá estabilizar, Towns ganharia por seis vezes o prêmio de novato do mês, tornando-se o primeiro jogador a fazer esse fato desde Damian Lillard na temporada 2012/13.
   A segunda equipe foi composta por Justise Winslon do Miami Heat com 151 votos, D'Angelo Russell do Los Angeles Lakers com 142 votos, Emmanuel Mudiay do Denver Nuggets com 140 votos, Myles Turner do Indiana Pacers com 139 votos e fechando a equipe Willie Cauley-Stein do Sacramento Kings com 50 votos. 
Quem eu esperava mais para essa temporada de novato era Jahlil Okafor, foi bem, mas esperava mais por tudo que fez na NCAA, bem como que D'Angelo Russell e Justise Winslon estariam na primeira equipe de novatos. A grande surpresa foi Porzingis, vaiado pelos fãs e desconhecido no Draft, chegou dominando o jogo e foi forte candidato a  vencer o prêmio de novato do ano.