domingo, 26 de abril de 2015

Heróis do passado: Dennis Rodman

O começo
   Hoje nosso blog fala sobre um Bad Boy, meio louco, mas que é um dos meus jogadores favoritos, sabia cavar faltas de ataque como ninguém e na minha opinião é o melhor reboteiro da história da NBA, era um ala/pivô pequeno e que sabia como ganhar dos gigantes do garrafão. Falo hoje sobre Dennis Rodman , The Worm.
   Rodman nasceu e foi criado em uma das piores regiões de Dallas, na Oak Cliff, seu pai veterano de guerra já abandonou ele, sua mãe e mais duas irmãs. Suas irmãs eram talentosas no basquete, mais do que ele mesmo e ambas foram All-Americans, Rodman por sua vez não era considerado um jogador promissor. Ou era cortado das equipes ou ficava no banco de reservas, após concluir o ensino médio tornou-se zelador do Aeroporto Internacional de Dallas e quando teve mais um estirão de crescimento resolveu tentar o basquete de novo.
   Um amigo da família de Rodman falou com o técnico da Cooke County College, em seu único semestre por lá teve médias de 17.6 pontos e 13.3 rebotes, antes de ser reprovado devido ao baixo desempenho escolar. Depois desse período, transferiu-se para Southeastern Oklahoma State, onde jogou por três temporadas no torneio NAIA. Por lá foi três vezes All-American e três vezes líder em rebotes da liga, tendo como médias 25.7 pontos e 15.7 rebotes. Em um campo de pré-draft, para aspirantes a NBA, foi o MVP e chamou a atenção do Detroit Pistons.
Monstro dos rebotes
   Em 1986, ele foi selecionado pelo Detroit Pistons na 27° posição do draft, foi integrante dos Bad Boys, a equipe intransigente e violenta que foi bi-campeã da NBA. Em sua primeira temporada, jogando apenas 15 minutos, teve médias de 6.5 pontos, 4.7 rebotes e era muito importante na defesa. Nas temporadas seguintes melhorou sua pontuação e número de rebotes, em sua terceira temporada (1988-1989), foi eleito para o Time de defesa da NBA, pela primeira vez em sua carreira. Rodman sempre foi um monstro defensivamente, e na temporada de 1989-1990 foi eleito o Jogador de Defesa do Ano, e sendo bi-campeão da NBA. As coisas continuaram a melhorar, em 1991 foi novamente o Jogador de Defesa do Ano e tornou-se titular nos Pistons, anotando 8.2 pontos e pegando 12.5 rebotes por partida. Na temporada seguinte, 1991-1992 melhorou ainda mais seu jogo defensivo, pegando um total de 1530 rebotes, uma média de 18.7 por jogo e foi pela primeira vez Time All-NBA. Essa marca de Rodman é a segunda melhor da história, só perdendo para Wilt Chamberlain (1572), e a marca de Rodman nunca foi alcançada. Ainda na temporada de 1992, pegou a sua melhor marca da carreira de rebotes com 34. Com a saída de Chuck Daly, Rodman surtou, passava por dificuldades por seu divórcio e pensou em se matar, depois disso decidiu sair do Pistons mesmo com três anos de contrato ainda e pediu para ser trocado.
   Na temporada de 1993-1994 foi negociado para o San Antonio Spurs, lá foi terceira vez na carreira o líder da liga em rebotes e mais uma vez do Time de defesa da NBA. Foi também quando realmente "matou" o homem que era antes, começou a pintar o cabelo diversas vezes, a ir em boates gay, dar cabeçadas em adversários. Na temporada seguinte começou de forma complicada, Rodman foi suspenso pelos três primeiros jogos, depois tirou uma licença em novembro, foi suspenso novamente em dezembro, nessas idas e vindas perdeu 19 partidas. Mesmo jogando apenas 49 partidas, devido a um acidente de moto em que tirou o ombro do lugar, foi novamente o reboteiro da liga (16.8 de média) e Time All-NBA. Após cair para os Rockets aqui se encerrou a história com os Spurs.
Rodman e a raça de sempre
   Então chegou o ápice de sua carreira, o Bulls o contrataram, na época por sua idade (34) e temperamento foi considerado como um jogo de azar, que deu muito certo. Com o Bulls fez história, conseguiu seu primeiro triplo-duplo na carreira em 1996 contra os Sixers (10 pontos, 21 rebotes e 10 assistências), ainda nessa temporada pegou 20 rebotes em 11 partidas, e anotou o recorde da história em finais com 11 rebotes ofensivos, marca que não foi quebrada ainda. Juntou-se a Jordan e Pippen no Time de Defesa da NBA, e integrou a equipe mais vitoriosa da história (72-10). Nas finais contra os SuperSonics em 1996 pegou 11 rebotes ofensivos em dois jogos, igualando a marca de Elvin Hayes. Na temporada de 1997 ganho seu sexto título de reboteiro da liga, em 1998 o sétimo título consecutivo de rebotes (15.0 por partida).
   Depois disso sua carreira praticamente terminou, o Bulls o liberou em 1999 juntamente com vários jogadores (Jordan, Pippen) e Phil Jackson. Ele foi para o Lakers, jogou 23 partidas e foi liberado. Em 2000 jogou pelo Dallas Mavericks, atuou em 12 partidas, foi duas vezes expulso e depois foi mandado embora. The Worm (O Verme), como é apelidado foi 5x Campeão da NBA, 2x All Star, 2x All NBA 3° Team, 2x Jogador de defesa do ano, 7x Time de defesa da liga, 7 x consecutivas o reboteiro liga, teve o número 10 aposentado pelo Pistons, é membro dos 50 melhores jogadores de todos os tempos e membro do Hall da Fama do Basquete. Teve na carreira médias de 7.3 pontos e 13.1 rebotes.
   Rodman era o mestre em pegar rebotes, ninguém o parava e mesmo sendo menor que a maioria dos seus adversários, ele marcava qualquer um, para mim foi o melhor defensor da história da liga. Duas coisas eu admiro nele, a primeira que ele tinha transtorno de atenção, dificuldades de concentração e Phil Jackson conta em seu livro Cestas Sagradas, que Rodman estudava muito sobre cada jogador e seu arremesso, sabendo onde a bola ia cair dependendo de onde tocasse o aro ou a tabela. E segundo, com certeza foi o jogador mais raçudo da liga, brigava por cada posse de bola e era o cara que intimidava qualquer um.
   

Jogo 4: Bulls x Bucks

Duelo decidido pelo camisa 19 do Bucks
   A vassoura foi guardada, mas a vantagem ainda é do Bulls, infelizmente perderam um jogo atípico ontem e com um erro bizarro de Derrick Rose.
   Em mais um jogo equilibrado na noite passada, o Chicago Bulls foi a Milwaukee e perdeu o primeiro jogo da série, perdendo também a chance de eliminar o Bucks. Jogando com muita força e vontade de fechar a série, o Chicago Bulls dominou o primeiro período e jogou demais, abrindo vantagem de quatro pontos ao fim desse período, 23 a 19. No segundo período os comandados de Jason Kidd conseguiram emparelhar o jogo e chegaram a liderar o placar, mas contando com um Jimmy Butler inspirado os Bulls conseguiram ira para o intervalo igualados no placar, 50 a 50. O detalhe é que Butler havia anotado até o momento 23 pontos, quase o mesmo que toda a equipe de Chicago.
   No segundo tempo as coisas esquentaram, Bucks entraram forte e como em jogos anteriores uma pequena confusão aconteceu. Desta vez foi entre Aaron Brooks e Jerryd Bayless, em um lance fora da bola, Brooks deu uma cotovelada no peito de Bayless que revidou com um empurrão e partindo para cima do armador do Bulls, o clima esquentou e os árbitros e demais atletas interviram. Pouco antes, O. J. Mayo havia feito uma falta antidesportiva de grau 1 em Taj Gibson, empurrando o ala/pivô enquanto tentava enterrar, o mesmo caiu de mal jeito mas não passou do susto. A partir desses momentos o jogo ficou tenso, com muita força na marcação e muitos erros dos dois lados, Bulls desperdiçaram 26 bolas o dobro do Bucks com 13. Além disso, nesse jogo Bucks aproveitou melhor as segundas chances de arremessos, o que fez diferença no final. 
Pegado como todos jogos
   O jogo foi se mantendo parelho até 1.3 segundos do final, quando Bucks tinha um lateral no ataque a cobrar e num erro ridículo de Rose na marcação que não viu Bayless passar por suas costas, deixou o armador do Bucks receber e converter a cesta da vitória, final 92 a 90 para os donos da casa. Os Bucks tem chance? Claro que não, venceram um jogo e se escaparam da varrida mas não deve passar disso, mas para os Bulls esse jogo faz falta já que seu adversário das semifinais, Cleveland Cavaliers terá mais tempo para descansar.
   Os destaques foram, pelo Bulls, Jimmy Butler que quebrou o seu recorde de pontos em playoffs anotando 33 pontos e 7 rebotes e Pau Gasol com mais um duplo-duplo de 16 pontos e 10 rebotes. Pelo Bucks o destaque principal foi Jerryd Bayless com a cesta da vitória, e O. J. Mayo com 18 pontos e 4 assistências.
   Agora as equipes voltam a se enfrentar segunda (27), em Chicago com jogo transmitido as 21:00 pela ESPN, é jogo para encerrar a série e o Bulls confirmar o favoritismo, não percam.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Jogo 3: Bulls x Bucks

   
O nome do jogo, Rose e seus 38 pontos
   Em um jogo bem disputado, até mais que o previsto, o Chicago Bulls chegou a sua terceira vitória na série e está a um passo de varrer o Milwaukee Bucks. 
   Com um começo de jogo com muitas alternâncias no placar, o Milwaukee Bucks começou jogando com muita força e com o apoio da torcida, que em muitos momento pareceu fazer a diferença e forçar o Bulls em erros incomuns. O primeiro período terminou empatado em 27 pontos. Já no segundo período o Bucks voltou jogando com uma defesa muito sólida e velocidade no ataque, o que confundiu o Bulls, nesse período os donos da casa chegaram a abrir 18 pontos, mas liderados por Derrick Rose a equipe de Chicago buscou o jogo e terminou o primeiro tempo perdendo por apenas quatro pontos, 53 a 49 Bucks.
   Na volta dos vestiários o Bulls entrou jogando mais força e dominando o jogo, vencendo o terceiro período por 25 a 18 e parecendo encaminhar a sua vitória. Mas com muitos erros e apagões, por assim dizer, com apenas três minutos para o fim a vitória parecia certa para o Bulls com doze pontos de liderança, mas o Bucks reagiu e anotou oito pontos em sequência, e a segundos do fim anotou duas bolas de três o que forçou a prorrogação.
   Na primeira prorrogação foi um jogo muito parelho, com erros de arbitragem para os dois lados e terminando empatado com seis pontos para cada equipe. A segunda prorrogação foi um apagão do Bucks, com o Bulls pressionando muito na defesa e com Rose chamando toda a responsabilidade do jogo para si e provando estar curado das lesões, os Bulls anotaram dez pontos consecutivos e venceram o período por 12 a 5, fechando a partida em 113 a 106. Eu esperava um jogo mais fácil para o Bulls, mas com muitos erros (18) a equipe do Bucks conseguiu dificultar a partida.
   Os destaques pelo Bulls foram Rose com 34 pontos e 8 assistências, Jimmy Buttler com 24 pontos, Tony Snell que veio do banco e colaborou com 16 pontos e Pau Gasol que mesmo não jogando muito bem anotou um duplo-duplo de 17 pontos e 14 rebotes, curioso que em todos os confrontos entre essas equipes Gasol saiu de quadra com um duplo-duplo. Pelo lado do Bucks os destaques foram Giannis Antetokounmpo com 25 pontos e 12 rebotes sendo 6 ofensivos, Michael Carter-Williams com 19 pontos e 9 assistências, Middleton com 18 pontos e 7 assistências e John Henson que vindo do banco anotou 15 e pegou 14 rebotes.
   Para os Bucks só resta um milagre, pois nunca na história uma equipe depois de abrir 3 a 0 na série foi eliminada, e para não serem varridos precisam vencer sábado em casa e forçar um quinto jogo.

Pra guardar na retina

É fácil falar de quem tá vencendo. Todos querem saber o que o jogador realiza a cada jogo. Isto me lembra os jogos do Chicago Bulls, nos anos 1990, quando acordávamos querendo saber o que o Jordan tinha "aprontado" na noite anterior - afinal, não tínhamos essa enxurrada de jogos diariamente na TV (agradeço ao desenvolvimento tecnológico!). Ou tentávamos observar os raros lances do Drazen Petrovic, um grande armador - dos que vi, se não existisse Magic Johnson, seria o melhor. 
Nos últimos meses venho observando com atenção este jovem do Golden State Warrions: Stephen Curry. O motivo é simples: sempre buscamos um grande líder, um organizador da equipe, James Harden (Houston Rockets)  também é talentoso, mas perdeu a chance de ser grande no Hornets. Antes eu acreditava que Rick Rubio seria a grande revelação da NBA como o armador, com a leveza de quem corre, usa de dribles desconcertantes e dá assistências como fazia na Espanha. Não o é e, principalmente, após as lesões de temporada passada. A fábrica de jogadores, a NCAA, não pára nunca!
Portanto, falar de Curry é pela curiosidade que tem me despertado: o que este guri fez ontem? A última, meus filhos nem deixaram eu despertar direito e já vieram me contar: errou arremesso, correu para a zona morta e chutou marcado. Eram três em cima dele! Então, tenho que ver o lance. Vou narrar? Não, olhem o vídeo (https://youtu.be/PxAeWZ5u1EE) e percebam que restam 8,9 segundos e o Golden State perde de 3 pontos.
Curry joga leve. Parece que está no playground, divertindo-se a tarde toda... E tem passes mágicos, que me lembram Magic Johnson. Então, sempre há uma expectativa de que jogo teremos acesso. Todos vimos o lance com o Chris Paul, há duas ou três semanas:  colocou no chão o CP4 com um movimento de pura habilidade com a bola - que deveria ser treino cotidiano de todo jovem jogador.

No caso, torna-se um detalhe a parte: Leandrinho entra e joga bola. Voltou e está tendo visibilidade no Golden State. É mais um brasileiro conquistando seu espaço e já não está mais naquela de é só um brasileiro a mais. é um carinha da terra, disputando play-off com grande chance de chegar na final da conferência e na final da NBA - três brasileiros nesta condição. 
Não é impressionante? E por aqui, como está o basquete? O basquete universitário vai aprender com a NBA e estruturar-se de verdade ou continuar com suas manobras nas matrículas dos escolhidos?


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Porque não Steve Kerr?

O novato do ano
   Ontem foi anunciado o prêmio de técnico do ano e para minha surpresa o vencedor foi Mike Budenholzer, do Atlanta Hawks. Mas porque não Steve Kerr?
   Meu questionamento deve-se ao fato de Kerr ter conseguido o melhor recorde da liga, a maior sequência de vitórias da história do Golden State Warriors, o melhor recorde da história da franquia e ter o time que lidera a liga em assistências e percentual de arremessos. Ficou em segundo na eleição de técnico do ano com 56 votos, contra  67 de Budenholzer, mas não concordo com esse prêmio.
   Para mim Kerr merecia, primeiramente por estar em sua primeira temporada como técnico, segundo por treinar a equipe que tem o melhor recorde da liga com 67 vitórias, terceiro por ter vencido a divisão pacífico. Todas essas ações o credenciariam como melhor, mas o que mais me apego é o fato de ser novato, enquanto Mike Budenholzer já trabalhou com assistente técnico de Popovich de 1996 até 2013, o que lhe garante muito mais experiência que Kerr e vejo que foi aqui onde decidiram por Budenholzer. O técnico do Atlanta Hawks esta em sua terceira temporada com a equipe e mais uma vez os fez chegar aos playoffs, outro fator que deve ter pesado no momento da escolha.
Técnico do ano
   Budenholzer e Kerr utilizam-se do mesmo sistema de jogo, por assim dizer, são técnicos que procuram usar as habilidades aprendidas com Greg Popovich, visando um jogo coletivo e sempre a melhor opção de arremesso. Nesse ponto ambos são bons, mas ainda acho que Kerr merecia o prêmio, talvez pelo Hawks não ter nenhum jogador como Stephen Curry ou Klay Thompson, o feito de Budenholzer parece ser mais importante, mas quem você acha que tem mais chances de ser campeão da NBA? Com certeza é Kerr, mesmo "inexperiente", tem muito mais chances de vencer a liga e na minha opinião era o merecedor do prêmio de técnico do ano, pois fazer tudo que conseguiu em sua temporada de estréia o credencia como um dos grandes da liga.

terça-feira, 21 de abril de 2015

Jogo 2: Bulls x Bucks

Mitando no jogo 2, Butler e seus 31 pontos
   Como esperado no jogo de ontem o Chicago Bulls abriu 2 a 0 na série, dominando o jogo e fazendo valer o mando de quadra. Em um jogo com nervos a flor da pele melhor para os donos da casa.
   Com um começo de jogo ruim de ambas as equipes, errando muitos arremessos e forçando jogadas desorganizadas. Em um primeiro período fraco, melhor para os Bucks 16 a 11. No segundo período com Mirotic vindo muito bem do banco e Jimmy Buttler chamando a responsabilidade, já que Rose jogava mal, os Bulls assumiram a liderança do placar. Porém o que chamou a atenção no primeiro tempo não foi o jogo em si, e sim uma confusão iniciada por Aaron Brooks e John Henson que se estranharam em um choque fora do lance de bola, ambos se empurraram e a confusão se generalizou, onde Buttler e O. J. Mayo quase chegaram a se pegar. Depois a encrenca foram dadas cinco faltas técnicas, nunca tinha visto tantas em um mesmo lance, e ninguém foi expulso. 
Confusão
   Na volta para o segundo tempo, Derrick Rose assumiu a responsabilidade do jogo auxiliado por Buttler, ambos impondo seu basquete arrojado, atacando a cesta e arremessando muito bem. Rose no 3° e 4° períodos, contando ambos os jogos, arremessou 18 bolas e converteu 16, somando 36 pontos, provando que surge nos momentos de decisão. Destacaram-se pelo Bulls, Rose com 15 pontos, 9 assistências e 7 rebotes, Buttler com incríveis 31 pontos e 9 rebotes e Pau Gasol com mais um duplo-duplo de 11 pontos e 16 rebotes, ressaltando Joakim Noah com impressionantes 19 rebotes. Mais uma vez Bulls dominou o garrafão, o que foi fundamental para a vitória.
   Pelo Bucks o destaque foi Khris Middleton que anotou 22 pontos e pegou 6 rebotes, devemos destacar a exclusão de Zaza Pachulia, após uma cotovelada em Mirotic levou uma falta técnica e logo em seguida ambos trocaram empurrões após uma bola presa, onde Pachulia foi ejetado e Mirotic saiu de quadra aparentemente lesionado.
   Agora a série vai para Milwaukee com o primeiro jogo na próxima quinta-feira (23) as 21:00.

domingo, 19 de abril de 2015

Jogo 1: Bulls x Bucks

Voltando a jogar depois de três anos uma partida dos playoffs
   Como era de se esperar, Chicago Bulls teve vida fácil em casa e venceu o Milwaukee Bucks pelo primeiro jogo dos Playoffs. Destaque para as atuações de Derrick Rose e Jimmy Butler, que combinaram para 48 pontos e foram determinantes para a vitória.
   Deve-se destacar um fato curioso, todos os atletas de ambas as equipes pontuaram na partida, nem que seja pelo menos dois pontos. Pelo lado dos Bucks o destaque foi Middleton com 18 pontos, quem ficou devendo muito foi Michael Carter-Williams com 9 pontos e 3 assistências e O. J. Mayo com 6 pontos e 7 rebotes.  Ambos são esperanças para a equipe, que jogou até bem, conseguiu chegar próxima do placar com uma sequência de cestas no último período, mas foi envolvida pela movimentação de bola do Bulls.
MCW e Mirotic
   Pelos donos da casa, Pau Gasol teve mais um duplo-duplo na temporada com 10 pontos e 13 rebotes, dominando o garrafão e sendo fundamental para as ações do Bulls na zona pintada. Aliás, o Bulls dominou na tábua, pegando 52 rebotes, 20 a mais que os Bucks, além disso, passou mais a bola (30 x 22) e desperdiçou mais bolas (19 x 13). Retornando aos Playoffs , Derrcik Rose foi decisivo, depois de três anos (último jogo havia sido dia 28 de abril de 2012), o armador jogou muito bem, atacou a cesta e foi muito explosivo,  anotou 23 pontos e distribuiu 7 assistências, aliado a Jimmy Butler com 25 pontos e 6 assistências. O Bulls chegou a liderar por 16 pontos e terminou a partida com 12 pontos de vantagem (103 a 91).
   O jogo dois será realizado na segunda-feira (20 de abril) em Chicago, acredito que o Bulls vença mais um jogo e vá para Milwaukee para roubar pelo menos um jogo.