domingo, 25 de janeiro de 2015

Heróis do passado: Elgin Baylor

Jogando contra seus maiores rivais
   Hoje falo sobre uma lenda viva dos Lakers, muito antes de Kobe, Magic ou Abdull-Jabbar, quem ditava o tom era Elgin Baylor. Ele foi o cara dos Lakers ppor um bom tempo, jogando 13 temporadas na NBA, chegando a oito finais, ainda sendo técnico e executivo, tendo o seu número #22 aposentado pelos Lakers. Como atleta foi um arremessador talentoso, forte reboteiro e um excelente passador, a história do craque é requintada.
   O ala de força de 1,96 m e 102 Kg se destacou ainda no High School, jogando por Phelps (51/52) e Spingarn (54), ambas escolas de D. C, onde fez sucesso anotando pela primeira com médias de 27.6 pontos e na segunda com médias de 36.1 pontos, detalhe que ficou dois anos sem estudar, apenas trabalhando e jogando de forma recreativa em pequenas ligas. Por conta de um registro escolar equivocado, Baylor ficou de fora da universidade até que um amigo lhe conseguiu uma bolsa de estudos na Universidade de Idaho, onde foi para ser atleta de basquete e futebol americano. Infelizmente, após um ano o técnico de basquete foi demitido e as bolsas restringidas. Um negociante lhe levou para Seattle onde era esperado, após ficar um ano fora para jogar por uma equipe de Seattle, tornou-se elegível e ingressou nos Seattle Chieftains (atualmente Redhawks), jogando por dois anos e levando a equipe as finais da NCAA de 1958 perdendo para Kentucky, última aparição da equipe em finais. Em seus três anos como universitário obteve médias de 31.3 pontos e foi o líder em rebotes na temporada 1956/1957.
Lenda nos Lakers, #22 imortalizado
   Em 1958 foi escolhido na primeira posição do draft, quando chegou aos Lakers a franquia passava por maus momentos, pois havia acabado os anos dourados de George Mikan e o time possuía problemas na quadra, pois na temporada anterior acabou com um time lento, volumoso e envelhecido. Baylor era visto como a salvação para os Minneapolis Lakers, um atleta bem atlético e bom em todos os fundamentos, peça chave para o renascimento da equipe. Já em ano como novato terminou a liga em quarto na pontuação (24.9 pj), terceiro em rebotes (15.0 pj) e oitavo em assistências (4.1 pj), teve um jogo de 25 pontos que é a terceira maior marca da história para um novato. Só por isso foi o Novato do Ano e de quebrar levou os Lakers,que eram os últimos na temporada de 1957, as finais da NBA. Era um arremessador nato, com médias de 34.8, 38.3 e 34.0 pontos por jogo nas temporadas de 1961, 62 e 63 respectivamente, e no dia 15 de novembro de 1960 estabelecia o novo recorde de pontuação da NBA com 71 pontos contra os Knicks, junto com 25 rebotes. Quando conseguiu tal pontuação quebrou o seu próprio recorde de 64 pontos estabelecidos na temporada anterior, ano em que foi o MVP (1959). 
   Aposentou-se na temporada 1971/72 após nove jogos e problemas sérios em seu joelho, infelizmente escolheu um momento ruim, perdendo de realizar dois feitos. Ser campeão da NBA e o primeiro jogo após sua aposentadoria foi quando os Lakers iniciaram a sequencia de 33 vitórias consecutivas e o recorde da liga. Ainda assim , os Lakers lhe deram um anel de campeão mesmo que não fosse mais um jogador ativo. Baylor foi um dos últimos alas de força pequenos da liga, hoje em dia todos são do seu tamanho o maiores que ele, terminou a carreira com 23.149 pontos, 3.650 assistências, 11.463 rebotes em 846 jogos. Foi 10 vezes selecionado para o time ideal da liga e 11 vezes all-star, foi rankiado como o 11° melhor jogador da história da liga e entrou para o Hall da Fama do Basquete em 1977. Para mim é o melhor jogador da história que não ganhou um campeonato.
   Foi assistente técnico no New Orleans Jazz, mas teve um recorde negativo de 86 vitórias e 135 derrotas, se retirando do cargo após a temporada 78/79. Em 1986 foi para o Los Angeles Clippers trabalhar como vice presidente de operações de basquete, ficando por lá 22 anos e sendo eleito o Executivo do ano em 2006, quando os Clippers conseguiram vencer a primeira série de Playoffs, o que não acontecia desde 1976. Muito dos Lakers se deve a esse monstro, o cara fez história e por isso é uma lenda que não pode ser esquecida.
   

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Impressionante

Fazendo história com 21 assistências
   Brandon Jennings nunca pareceu ser mais do que uma promessa, mas ontem conseguiu um feito histórico e entrou para uma seleta lista ao lado de Magic Johnson como um dos únicos atletas a anotar 20 pontos e 20 assistências em uma partida.
   Para se ter uma ideia, o último jogador que conseguiu 20 assistências em uma partida havia sido Steve Nash em 2009, ainda como atleta dos Suns. A partida de Jennings foi excepcional, anotando 24 pontos e o maior número de assistências da carreira com 21 passes, sendo 10 deles no segundo tempo.  O último período foi o que Jennings dominou, anotando nove pontos e sete assistências, sendo que os cinco primeiros arremessos foram oriundo de assistências do craque.
   Desde que chegou em 2013 aos Pistons, o armador tem sido a alma do time e vem tentando elevar a tradicional franquia, famosa pelos Bad Boys e pelo seu estilo de jogo truculento e muito violento. Após o jogo, em entrevista ao Yahoo Sports disse: "Encontre os caras, eles estão recebendo arremessos fáceis, eles estão fazendo cestas. Foi uma noite daquelas de estou perto de 19 assistências, é melhor 20". Para mim ele é um grande jogador, bom armador, ágil e inteligente e vem melhorando o seu basquete, possuí na carreira médias de 16.7 pontos, 6.1 assistências e 3.3 rebotes por partida, e sua temporada passada foi a sua melhor no quesito assistência, com médias de 7.6 por jogo.
   O jovem armador fez história nessa partida e vem em busca de melhores números para ele e sua equipe, tenta levar os Pistons aos playoffs assim como fez com os Bucks. Vamos ficar de olho nele.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Novato do ano

O cara 
   O novato do ano não é um jogador, na minha opinião é um jovem técnico com uma grande experiência como comentarista, Steve Kerr comanda uma jovem equipe e que tem potencial para ser campeã da liga. Porque Steve Kerr é tão bom técnico?
   Alguns fatores o facilitam nessa caminhada para o sucesso, primeiramente foi treinado por um dos melhores técnicos da história (para mim o melhor deles), Phil Jackson, absorvendo tudo que pode sobre como trabalhar de forma coletiva, priorizando um arremesso excelente em detrimento de um bom, desapegando-se do egoísmo para um bem maior da equipe, trabalhando no triângulo ofensivo e sabendo o seu papel na equipe. Todo esse tempo como atleta o tornou um ótimo observador, em seu livro Onze Anéis, Phil Jackson comenta que Kerr foi um dos jogadores mais inteligentes que treinou e que saberia muito bem ser um técnico da NBA. 
   Após anos como comentarista e analista de jogos no canal TNT, desde 2003, Kerr construiu uma bagagem que lhe permite executar um trabalho sensacional como técnico e bem diferenciado. O Golden State Warriors de Kerr, lidera a liga em pontos feitos, em menor número de pontos sofridos, assistências e aproveitamento dos arremessos. São uma equipe jovem, liderada por um candidato forte ao MVP (Curry) e que mesmo com sua juventude sabe dominar o jogo como poucos, aliado a isso um pequeno grupo de veteranos com qualidade e inteligência para controlar os ânimos em momentos tensos. Como disse Sam Smith e um uma publicação após um jogo contra os Bulls em dezembro, Kerr em seu primeiro ano como técnico já demonstra que veio para ser da elite de técnicos da NBA. Em entrevista Kerr disse que: Phil Jackson, Popovich, Cotton Fitzsimmons, Lenny Wilkens e Lute Olson, tiveram sua parcela, que ele pegou um pouco de cada um, mas que os mesmos lhe disseram para tentar ser ele mesmo, que os jogadores sabem quando se tenta ser outra pessoa e que ele tinha de ser ele mesmo.  Os próprios jogadores dizem que ele é inovador, na forma em que comanda os treinos, os jogos, que ele é aberto  e flexível, escuta os atletas e que ama o jogo, trabalha pra ele e permite queos jogadores façam o mesmo, e é isso que o torna um excelente técnico.
   Observando os jogos dos Warriors e lendo esses relatos, acredito que estamos presenciando o surgimento do próximo grande técnico da NBA, com uma vasta inteligência e coragem suficientes para mudar o jogo. Kerr é o futuro dos técnicos da NBA e pode ser campeão ainda esse ano, vamos ver o que acontece até o final da temporada, mas com certeza o técnico do ano é ele.

sábado, 17 de janeiro de 2015

Heróis do passado: Kareem Abdul-Jabbar

Duas lendas Abdul-Jabbar e Big O
   Começo hoje uma série aqui no Mais Basquete sobre os astros do passado da NBA, a cada sábado trarei a história de um craque da liga, na maioria membros do Hall da Fama, falarei sobre jogadores, técnicos e equipes sensacionais.
   O primeiro astro de quem vou falar é Kareem Abdul-Jabbar, o maior cestinha de todos os tempos com 38387 pontos em 1560 jogos na NBA. Mas vamos começar falando sobre o cara, seu nome de nascimento é Ferdinand Lewis Alcindor Jr., criado em Nova Iorque após converter-se ao Sunni Islam nos tempos de UCLA, trocou seu nome oficialmente para Kareem Abdul-Jabbar. Nos tempos de ensino médio jogou por Power Memorial, sendo três vezes campeão citadino de basquete (Nova Iorque) com 71 vitórias consecutivas e um recorde de 79/2, nessa época ganhou o apelido de "The tower from power", detem o recorde de pontos do ensino médio em Nova Iorque com 2067 pontos e foi três vezes campeão nacional no ensino médio (1967-1969), consequentemente nos mesmos anos eleito para o time All-American. Nessa época já mostrava todo o potencial que viria a melhorar, obtendo vários recordes, sendo eles: maior média de pontos na carreira (High School): 26,4 pontos; maior número de arremessos convertidos: 943; maior número de pontos em uma temporada: 870 (1967); maior média de pontos em uma temporada: 29.0 (1967); maior número de arremessos convertidos em uma temporada: 346 (1967); maior número de lances livres cobrados em uma temporada: 274 (1967); maior número de pontos em uma partida: 61 e maior número de cestas convertidas em um único jogo: 26 (1967). 
Tempos de Lakers e domínio dos anos 80
   Após o High School, foi convidado a ser integrante dos Harlem Globetrotters, com um contrato de $1 milhão de dólares, mas ele recusou pois no mesmo ano (1969) havia sido draftado como a primeira escolha pelo Milwaukee Bucks. No ano em que entrou na liga Bill Russel havia se aposentado e Wilt Chamberlain já estava com 33 anos, facilitando um pouco a vida de Abdul-Jabbar que foi o segundo cestinha com 28.8 pontos e terceiro reboteiro com 14.5 por partida, levando os Bucks a 56 vitórias e 26 derrotas, terminando em segundo no leste e levando merecidamente e incontestavelmente o título de novato do ano de 1969. Na temporada seguinte um armador que ficou muito famoso, Oscar "The Big O" Robertson foi draftado, ajudando o pivô a levar os Bucks ao recorde de vitórias consecutivas da franquia (20 jogos) e a ter o melhor aproveitamento da liga com 66 vitórias e 16 derrotas. Essa foi a primeira temporada em que Abdul-Jabbar venceu o MVP da temporada, o prêmio de cestinha e o MVP das finais. No ano de 1975 foi trocado para os Lakers juntamente com seu reserva, por outros quatro atletas e logo na chegada a Los Angeles teve uma temporada de 27.7 pontos de média e foi o líder da liga em rebotes, tocos e minutos jogados, obteve o recorde da liga em rebotes defensivos para uma temporada com 1111. Após esse período, em 1979 com a escolha de Magic Johnson os Lakers tornaram-se o time mais dominante da década de 80, chegando a oito finais e vencendo cinco. Mesmo sem ser o pivô dominante dos anos 70, Abdul-Jabbar conseguiu seu sexto título de MVP da temporada em 1980 e em 1985 conseguiu mais um título de MVP das finais, sem contar que em 1984 ultrapassou Wilt Chamberlain e se tornou o maior cestinha da história da NBA. Anunciou sua aposentadoria em 1989, deixando o basquete como o maior cestinha da história da NBA (38387 pontos), seis vezes campeão, seis vezes MVP da temporada, duas vezes MVP das finais, 19 vezes All-Star, 15 vezes escolhido para primeiro ou segundo time da liga, quatro vezes líder em tocos na temporada, duas vezes cestinha da temporada, líder em pontos na história dos Bucks, sendo o terceiro maior reboteiro de todos os tempos (17440 rebotes) e o terceiro maior bloqueador (3189 tocos), encerrando a carreira com médias de 24.6 pontos, 11.2 rebotes, 3.6 assistências e 2.6 tocos por partida. Ficou famoso também pelo seu arremesso de gancho, o qual executava com maestria com qualquer uma das mãos e que era impossível de ser bloqueado. 
   Em 1995 entrou para o Hall da fama do basquete, no ano de 1996 foi nomeado como um dos 50 melhores jogadores de todos os tempos, teve o número 33 aposentado pela Universidade da Califórnia (UCLA), pelo Milwaukee Bucks e pelos Lakers. Tornou-se assistente técnico de algumas equipes, e com os Lakers em 2009 e 2010, foi campeão da NBA. No ano de 2006 entrou para o Hall da fama do College Basketball. Sem dúvidas posso afirmar que Karrem Abdul-Jabbar foi um dos melhores pivôs da história, um dos grandes jogadores da liga e que sempre estará eternizado no passado dessa liga que acompanhamos e amamos. E você o que acha desse craque? Comenta aqui.
   

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Dependência de Rose

Que voltem os bons tempos
   Analisando os últimos jogos dos Bulls e comparando-os com os jogos em que obtiveram vitórias, fiz uma análise da dependência que os Bulls tem em relação a Derrick Rose. 
   Nos últimos jogos em que os Bulls perderam, o aproveitamento de Rose foi baixo, acabando o jogo contra os Wizzards com 19 pontos e 2 assistências, e contra o Magic 18 pontos e 7 assistências. Mesmo com a sua melhora no jogo contra o Magic, os Bulls não venceram e os problemas não foram apenas esses jogos, Rose está jogando com médias baixas para a qualidade que possuí, na temporada está com médias de 17.0 pontos e 4.9 assistências. Partindo desse ponto é que me refiro da dependência, pois se Rose jogar em alto nível e voltar a dominar em sua posição, com certeza os Bulls tem chances de título, o que falta a equipe é a forma arrojada de jogar e a inteligência de Rose, já que Gasol e Butler estão dando conta do recado e jogando demais.
   Porque um armador é tão necessário nessa equipe? Pelo simples fato de ser o cara que acalma e organiza as jogadas, leva a bola da defesa para o ataque e tem a missão de achar espaços no garrafão para infiltrar ou passar. Rose é um monstro nas infiltrações, mas após suas lesões (bem graves) ele tem jogado ainda com receio e isso tem prejudicado a equipe em jogos contra adversários teoricamente mais fracos. Além disso, Chicago é conhecido por sua forte defesa e Rose é um dos melhores defensores, junto com Butler e Noah, está sempre dificultando todas as ações dos armadores rivais, mas isso só acontece quando ele joga confiante. Acredito que essa confiança esteja abalada, após as lesões Rose joga uma partida montruosa e duas partidas meia boca, como torcedor do Bulls rezo para que ele se encontre novamente e leve os Bulls as finais do lado leste. Vamos esperar e ver o que acontece, e até onde Rose leva os Bulls.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

1000 vezes Curry

Tornando-se uma lenda, o mais jovem a conseguir 1000 bolas de três e com muitos anos por jogar 

   Te cuida Ray Allen, ontem a noite Stephen Curry chegou ao seu milésio arremesso de três convertido em sua carreira e ainda vem muito mais por aí. Com a atuação de ontem Curry tornou-se o jogador mais jovem a alcançar 1000 cestas de três convertidas na carreira, detalhe que precisou de apenas 369 partidas, menos que os demais astros que alcançaram tal feito.
   O jovem armador que está em sua sexta temporada, e tem apenas 26 anos, ainda vai bater muitos recordes referentes as bolas de três. Acredito que ele vá passar Ray Allen (2973 cestas de três) e se tornar o líder de todos os tempos em cestas de três com, talvez se torne o jogador que mais acertou bolas de três em uma única temporada, que no momento também é recorde de Ray Allen. O mais impressionante é que ele está apenas na sua quinta temporada, provavelmente ainda vá jogar muitos anos mais, e com a habilidade e qualidade que tem deve quebrar muitos recordes.
   Curry possuí médias de 44% de aproveitamento em bolas de três na carreira, e teve o ano passado como sua melhor temporada, anotando 24.0 pontos e 8.5 assistências por partida. Na atual campanha dos Warriors tem médias de 22.9 pontos e 8.0 assistências, comandando uma das equipes favoritas a vencer a NBA. Stephen Curry é também um forte candidato a MVP da temporada, e vem jogando com muita qualidade, temos muito o que esperar desse monstro da liga, com certeza feitos incríveis virão.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Que fase

Melo não entende o que acontece na temporada 2014/2015

   Uma das equipes mais tradicionais da NBA e do mundo do basquete, que joga no templo do esporte vem muito mal das pernas e vive o seu pior momento na história. Se não bastasse a má fase, hoje dois bons jogadores foram trocados e sua super estrela pode ficar fora da temporada por lesão no joelho. Já sabem de quem falo né?
   Hoje em dia esta difícil torcer para os Knicks, provavelmente Spike Lee queira se matar ou pelo menos sinta muita vergonha do que tem visto, uma franquia tão forte e tradicional jogar da forma quem vem jogando é absurdo. Obviamente que vão culpar o técnico novato, mas Derek Fisher tenta implantar o sistema tático mais vencedor da história (o triângulo ofensivo de tex Winter, que foi aperfeiçoado por Phil Jackson e lhe deu 11 anéis de campeão) e que requer muito dos jogadores para uma execução precisa e que de resultados. 
   Infelizmente os Knicks são o pior time da NBA, com 32 derrotas e apenas 5 vitórias, e perdendo algumas partidas por 20 pontos de diferença ou mais, isso sem falar nas péssimas atuações do astro Carmelo Anthony, o ala tem médias de 23.9 pontos e 6.6 rebotes por partida, números abaixo da média de sua carreira. Porém compreensíveis, Melo está jogando sozinho em Nova Iorque, tem que carregar o piano nas costas e tocá-lo ao mesmo tempo e isso o sobrecarrega. Honestamente não me recordo de uma equipe dos Knicks tão fraca, a mais próxima dessa campanha é a de 2005/2006 que terminou com 23 vitórias e 59 derrotas, comandados na época por Steve Francis, Jalen Rose e Anfernee Hardaway, todos já bem veteranos na liga. Mas a de 2014/2015 de longe vai bater esse recorde negativo.
   Vejo que os Knicks estão passando por uma má administração, assim como Celtics e Lakers, e na tentativa de liberar espaço para novas contratações mandou embora dois bons atletas, Iman Shumpert e J.R. Smith, o que para mim é só a gota final na pior temporada da história dos Knicks. Espero sinceramente que recuperem em alguns anos o bom basquete e a garra de sempre, e voltem a jogar um basquete de alto-nível e cheguem aos playoffs.