segunda-feira, 2 de março de 2015

MVP

Quem merece o MVP?
   
   Nessa temporada a disputa para o MVP está extremamente acirrada, algo que não acontecia a algum tempo, todos anos temos dois nomes potências ao prêmio mas sempre com um em destaque, mas dessa vez são três nomes e todos merecem o prêmio. James Harden, Stephen Curry e Russell Westbrook disputam partida a partida para ser o melhor jogador da temporada, abaixo suas ações.
   Segundo o site da NBA a corrida seria assim: Harden, James, Curry e Westbrook, porém não concordo com Lebron, ele está tendo uma boa temporada mas nada demais comparado aos outros. Minha ordem vem a seguir.

1. James Harden, com médias de 27.1 pontos por jogo, 6.9 assistências e 5.8 rebotes, é o líder da liga em lances livres cobrados e convertidos, e também é o cestinha. O barba do capeta está jogando o seu melhor basquete, com dribles desconcertantes, com arremessos precisos e uma variedade imensa de jogadas e imparável. Harden demonstra que a melhor escolha de sua carreira foi a sua troca, nos Rockets ele é a estrela do time e tem jogado como tal, no último jogo dominou os Cavs e superou Lebron por diversas vezes. É o meu favorito ao título, é o jogador mais consistente de todos da lista de possíveis MVP'S, jogando bem desde o começo do ano e evoluindo cada dia mais, eleito o jogador da conferência por dois meses seguidos e sobrando. Para mim ele é o MVP.

2. Stephen Curry, com médias 23.9 pontos, 7.8 assistências, 4.6 rebotes e 2.1 roubos de bola (melhor marca da carreira), Curry foi o homem número da lista, com um começo de temporada excepcional, levando os Warriors a ponta da conferência com uma sequencia de vitórias impressionante e sendo o dono do time. Porém, em algumas partidas foi irregular, com erros e desperdícios de bola, baixas pontuações e coisas do tipo, não sendo regular e por isso caindo de produção. Ainda assim, na atualidade é o melhor armador da liga e o melhor arremessador de três pontos.

3. Russell Westbrook, com médias de 26.5 pontos (melhor marca da carreira), 8.1 assistências e 6.8 rebotes (melhor marca da carreira), vive sua melhor temporada na liga e aos 26 anos aparenta estar no auge do seu basquete. Um jogador muito inteligente e que vem melhorando na competição, começo o ano um pouco devagar, sofreu lesões e com a saída de Durant assumiu o time e o tornou dele, provou que pode pontuar e dar assistências, marcar e atacar com a mesma intensidade. É o Mr. Triplo-Duplo, atingiu marcas que não eram alcançadas desde Big O, conseguiu três triplos-duplos consecutivos e é o líder da liga no quesito, vem jogando cada dia melhor e corre por fora pelo título de MVP. 

   A algum tempo não via tantos jogadores com chances de levar o título, mas isso só prova que a liga está bem servida de atletas e estrelas que fazem o basquete ser ainda mais atrativo.






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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Heróis do passado: John Havlicek

Destaque no basquete e futebol americano
   A nossa série continua e hoje vamos falar de uma lenda dos Celtics, John Joseph "Hondo" Havlicek, o ala de força/ ala armador de 1,96 e 92 kg conquistou vários títulos e fez parte de uma das gerações mais vitoriosas da história dos Celtics.
   Nos tempos de basquetebol universitário atuava por Ohio State, juntamente com John Lucas, sendo treinado pelo lendário técnico Bobby Knight, vencendo o título da NCAA de 1960 como reserva. Ainda nesse ano, foi nomeado para ser uma opção da seleção olímpica. Em 1962 foi selecionado na sétima posição pelos Celtics, e também pelo Cleveland Browns da NFL. Chegou a atuar com os Browns como wide receiver nos treinamentos, porém optou dedicar-se ao basquetebol, sendo treinado por Red Auerbach que dizia que Havlicek era a "coragem da equipe". ficou conhecido por sua resistência, sendo difícil para seus adversários o acompanharem em quadra. 
   Havlicek mudou o papel do sexto homem, e foi imortalizado por uma roubada de bola nos segundos finais de uma partida em 1965, dando a vitória aos Celtics nas finais de conferência. O ala é o líder de todos os tempos dos Celtics em pontos (26.395), 13° maior cestinha da NBA, atuou por 1270 partidas (17° que mais jogou na história da liga), foi o primeiro jogador da história a marcar 1000 pontos em 16 temporadas consecutivas, detêm o recorde de maior número de pontos em um único período de prorrogação nas finais, com nove pontos nas finais de 1974. Foi um dos melhores sextos homens da história, desempenhando esse papel apenas no começo da carreira, ele foi um dos alas mais versáteis da liga, bom como ala e como armador, um finalizador de contra-ataques excepcional, excelente marcador e finalizador, com uma grande versatilidade de arremessos e jogadas, Bill Russell resumiu a carreira do companheiro como "o melhor jogador 'all-around' que já vi". Além disso, o ala era o tipo de jogador que faria o possível para a equipe vencer, sofrer faltas, fazer faltas, roubar bolas, pegar rebotes e pontuar, ele realmente era a coragem da equipe.
   Possuí 8 títulos da NBA (1963-1966, 1968-1969, 1974-1976), 1 MVP das finais (1974), 13 vezes consecutivas All Star (1966-1978), 4 vezes consecutivas selecionado para o primeiro time da liga (1971-1974), 7 vezes selecionado para o segundo time (1964, 1966, 1968-1970, 1975, 1976), teve seu número #17 aposentado pelos Celtics, e terminou a carreira com 20.8 pontos, 6.3 rebotes e 4.8 assistências de média. Foi um jogador all-around de muita qualidade, e que marcou época mudando as funções de um sexto homem e tornando-o fundamental para o sucesso de uma equipe. 
   

O homem que mudou o jogo

   
O homem que mudou o jogo
   Ontem faleceu um precursor do basquetebol americano e fundamental para a luta contra o preconceito, Earl Lloyd foi o primeiro atleta negro da história e ajudou a tornar o basquete um esporte de todos.
   The Big Cat como era conhecido, foi a 100° escolha do draft de 1950 pelo Washington Capitols, o ala de 1,96m e 102 kg foi então o primeiro atleta negro a ser selecionado e a jogar na NBA. Ele atuou por 560 partidas com médias de 8.4 pontos e 6.4 rebotes, quando sua equipe foi vendida juntou-se ao exército e foi chamado pelo Syracause Nationals onde atuou por seis temporadas e depois jogou mais duas temporadas pelo Detroit Pistons, aposentando-se em 1960. Quando retirou-se da liga era o 43° cestinha de todos os tempos. 
   No ano de 1955 entrou mais uma vez para a história, jogando o seu melhor basquete com médias de 10.2 pontos e 7.7 rebotes, junto com Jim Tucker tornaram-se os primeiros negros campeões da NBA. Lloyd teve uma carreira sólida e memorável, não foi espetacular, mas mudou o jogo, foi pioneiro e ajudou a combater o preconceito, com certeza marcou o esporte e o tornou ainda mais espetacular. 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Mais uma vez

   Eu iria escrever sobre a transmissão da SporTV de ontem, que foi boa, com entrevistas no local do jogo e bem organizada, mesmo que a narração seja chata. Porém, a notícia sobre Rose me chamou mais atenção, por mais uma vez lesionar o joelho e ficar de fora de uma temporada.
   Ano passado eu escrevia sobre sua segunda lesão, no momento a primeira no joelho direito e que lhe deixaria um ano fora de ação. Veio o retorno, passou a integrar a seleção campeã mundial, jogou bem nos Bulls, parecia estar recuperado e novamente uma lesão no joelho. Eu realmente não sei se a carreira dele continua, com 26 anos e três cirurgias nos joelhos para um jogador explosivo e ágil é praticamente sepultar a carreira. Não sei até que ponto Rose vai aguentar voltar, jogar, se machucar e fazer cirurgia, tomara que isso acabe mas aparentemente é algo sem fim.
   Como "atleta" eu fico sentido por ser um jogador de futuro brilhante e que pode ter a carreira encurtada por lesões, como torcedor e fã não sei como me expressar, é o jogador que reergueu o Bulls, foi o MVP mais novo da história e tornou a equipe uma força novamente, é o cara na era pós Jordan, a alma do time. Se realmente ele ficar fora da temporada, vai ser muito difícil pro Bulls, e se ele realmente tiver a carreira diminuída, parar agora ou nos próximos 5 anos, o Bulls vai passar por mais uma fase de reformulação e de pouca expressão.
   Espero que ele volte, novamente, em alto nível e com saúde suficiente para não sofrer mais lesões nos joelhos, porque realmente é uma pena um atleta de tamanha qualidade ter sua carreira marcada por lesões.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Afinados

   Quem esta afinado na temporada é o Cavaliers, depois de um período para conseguir adequar o técnico David Blat ao basquete americano, Love e Lebron ao estilo de jogo de Irving, os Cavs vem jogando muito bem e mostrando que podem sim brigar por título ainda nessa temporada.
   Na temporada a equipe têm 35 vitórias e 22 derrotas, ocupando o quarto lugar na conferência leste com uma derrota a mais que o Chicago Bulls (3° colocado). Os Cavs se encontraram em quadra e as aquisições por torca na temporada rentosas, a chegada de Mozgov, Shumpert e J.R. Smith, elevaram o nível do basquetebol e a franquia vem em ascensão. Na noite de ontem Lebron e Irving anotaram 18 pontos, Love fez 16 e pegou 16 rebotes, J.R. Smith anotou 17 pontos. Ainda, com essa pontuação Lebron passou Allen Iverson e agora é o 22° maior cestinha da história da NBA, e está a cinco assistências de ser o maior passador de todos os tempos entre os alas.
   Nos últimos dezoito jogos os Cavaliers venceram dezesseis, vem jogando um basquetebol compacto, muito forte na defesa e de contra-ataques muito rápidos, com passes longos e jogadores velozes. Com a evolução de Tristan Thompson o garrafão ficou mais forte, possibilitando que os jogadores do perímetro fiquem livres para arremessar. E com a chegada de Mozgov, a defesa ficou mais forte e o garrafão mais fechado, já que o pivô de 2,16 m é muito bom na defesa e sabe ocupar o garrafão.
   Para quem começou o ano desacreditado, agora aparecem como uma potência e com chances de título. Vamos ficar de olho neles e ver até onde David Blat leva os Cavs.



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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Heróis do passado: Julius Erving

Tempos de ABA
   A nossa série hoje vai contar a história de uma das lendas mais respeitadas e conhecidas da NBA, o Doctor J., um dos maiores astros da história dos Sixers e um dos melhores alas da liga. Um dos únicos jogadores da história a ser campeão da NBA e da ABA, liga concorrente a NBA.
   Julius Winfield Erving II nasceu em Nassau County, Nova Iorque, aos 13 anos começou a jogar basquete pela equipe de Roosevelt High School, e foi quando ganhou o seu apelido. Em 68 começou a jogar na NCAA, como atleta da Universidade de Massachusetts, em suas duas temporadas obteve médias de 26.3 pontos e 20.2 rebotes por jogo, tornando-se um dos seis atletas da história da NCAA a ter médias de 20 ou mais pontos e rebotes por partida. 
   Na época, começo dos anos 70, o basquetebol era dividido em duas ligas (ABA e NBA) e existia uma rotatividade muito grande dos atletas por essas ligas. Em 1971 Erving começou a jogar pelo Virginia Squires como um agente livre não draftado, rapidamente se firmou como dunker e jogador de força. Em sua primeira temporada teve médias de 27.3 pontos, foi selecionado para o segundo time da liga, primeiro time dos novatos, líder em rebotes ofensivos, e segundo lugar atrás de Artis Gilmore (monstro) no prêmio de novato do ano. No ano seguinte, tornou-se elegível para o draft e foi selecionado pelos Bucks (12° posição), dessa forma jogaria junto com Oscar Robertson e Kareem Abdul-Jabbar, porém Doctor J. assinou um contrato antes do draft com os Hawks, sendo orientado por seu agente que passará a trabalhar com os Squires. O caso foi a justiça, e enquanto os advogados das equipes procuravam um acordo, Erving treinava com os Hawks ao lado de Pete Maravich, e segundo Doctor J. foram bons momentos com a equipe de Altanta. Ele chegou a jogar três partidas de exibição, mas por uma liminar da justiça teve de retornar aos Squires e os Hawks foram multados em $75.000 dólares pelas partidas em que Doctor J. jogou, pois seus direitos eram dos Bucks.
   Com seu retorno a ABA, obteve sua melhor temporada na carreira com 31.9 pontos por jogo, e no ano seguinte foi vendido para o New York Nets pois sua equipe estava com problemas financeiros. Pelos Nets ele ficou ainda melhor como atleta, liderando-os ao título da ABA de 74, batendo o Utah Jazz. Erving se estabeleceu como o jogador mais importante da ABA, seu jogo tornou os Nets em uma potência, fez a liga crescer e trouxe fãs para as partidas. A temporada de 75/76, marcou a fusão entre ABA e NBA, nas finais da ABA os Nets derrotaram os Nuggets, na pós-temporada obteve médias de 34.7 pontos e foi eleito o MVP dos playoffs, terminando a temporada entre os 10 da ABA, em pontos, assistências, rebotes, roubos de bola, tocos, percentual de lances livres, lances livres feitos, lances livres tentados, percentual de bolas de três e bolas de três convertidas. Em suas cinco temporadas na ABA, Doctor J. foi duas vezes campeão, três vezes MVP, três vezes o cestinha e quatro vezes selecionado para o time ideal.
   Os Nets e outras franquias ingressaram na NBA em 1977, e para ingressar a franquia teve de negociar Erving, os Knicks o queriam mas lhe propuseram um slário baixo, em seguida os Sixers pagaram 6 milhões para ficar com o astro, número que seria de sua camiseta e que combinava com o nome Sixers. Rapidamente tornou-se o líder dos Sixers, levando-os a uma temporada de 50 vitórias, ele tinha um papel menor na equipe, concentrava-se apenas em pontuar, mas isso o deixou desinteressado. Ainda assim, foram até as finais contra os Trail Blazzers de Bill Walton, abriram 2 a 0 na série, mas perderam o título após quatro derrotas consecutivas. O astro continuava a fazer sucesso, mas dessa vez fora das quadras, sendo um dos primeiros jogadores a ter produtos e um tênis com seu nome, gravou um filme e diversos comerciais. Enquanto isso a franquia montava um time em torno dele, é bem verdade que demorou alguns anos, algumas derrotas para os Celtics nas finais de conferência (1981 e 1985) gerando a rivalidade com Bird, uma das maiores da liga, duas derrotas nas finais para os Lakers (1980 e 1982), mas finalmente conseguiram com a chegada de Moses Malone, formando uma das duplas pivô/ala mais fortes e imparáveis da liga, perdendo apenas um jogo em todos os playoffs e vencendo os Lakers na final de 82/83. No ano de 1986 Erving anunciou que iria se aposentar, fazendo com que todos os jogos fossem lotados de fãs querendo se despedir, e o mais interessante é que foi homenageado por seus maiores rivais em seus estádios, os Lakers e os Celtics.
Mito dos Sixers
   Doctor J. teve uma carreira fantástica, um fato muito legal e que poucos sabem se deve a ele, a distância entre a tabela e o aro foi aumentada após o campeonato de enterradas de 1976 da ABA quando ele bateu a cabeça na tabela após uma enterrada. Foi o primeiro atleta da história a enterrar saltando da linha do lance livre. Seus números são de 24.2 pontos, 8.5 rebotes e 2.0 roubos de bola por partida, 2 títulos da ABA (1974/ 1976), 1 título da NBA (1983), 3 vezes MVP da ABA (1974-1976),  1 vez MVP da NBA (1981), 11 vezes NBA All Star, 5 vezes ABA All Star, 5 vezes All NBA First Team, 4 vezes All ABA First Team, Campeão de enterradas da ABA (1976), selecionado para o ABA All Time Team, teve o número 32 aposentado pelos Nets e o número 6 aposentado pelos Sixers.
   Doctor J. foi um dos melhores jogadores de todos os tempos, um homem que mudou o jogo com sua bandeja reversa e sua jogada no base-line, além de ser um ícone do basquete. Sem dúvidas um dos atletas mais conhecidos e reconhecidos da história do basquete, merece nosso respeito e admiração.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O bom filho a casa torna

Retornando para casa

   Como diria a minha avó, "o bom filho a casa torna", definitivamente o ditado popular se aplica a Kevin Garnett, após 20 anos de sua primeira vez pelos Timberwolves ele retorna ao time em que começou a brilhar.
   Nessa quinta-feira foi confirmada a troca entre Nets e Timberwolves, Garnett retorna para seu primeiro time na NBA e Thaddeus Young vai para Nova Iorque. A troca é mais simbólica do que funcional, não por Garnett não ser um bom jogador, sim por estar mais velho, provavelmente ele volta para se aposentar e ajudar os novatos a evoluírem. Mas mesmo assim, o que Garnett fez só prova para mim que ainda existe amor pelo jogo, voltar para sua "casa" para se aposentar é algo extremamente admirável.
   Garnett é com certeza o maior jogador de todos os tempos dos Wolves, ele é o líder em pontos (19041), rebotes (10542), assistências (4146), tocos (1576) e roubos de bola (1282). O ala pivô foi selecionado na quinta posição do Draft de 1995, logo se firmou na equipe e vindo diretamente do ensino médio, dominando o garrafão e jogando demais. Logo tornou-se a cara dos Wolves, mesmo com equipes fracas e dependiam de Garnett especificamente, ele conseguiu levar os Wolves aos playoffs em oito temporadas consecutivas (1997-2004), sendo que 2004 foi o seu melhor ano como atleta, sendo o MVP da liga.
   O retorno de Garnett serve para coroar uma bela carreira de um futuro Hall da fama, ele mantém médias de duplo-duplo na carreira (18.3 pontos e 10.2 rebotes), e três recordes que ninguém alcançou, sendo o único atleta com 25000 pontos, 10000 rebotes, 5000 assistências, 1500 roubos de bola e 1500 tocos, único a anotar 20 pontos, 10 rebotes e 5 assistências por jogo em seis temporadas consecutivas (1999-2004) e o único a anotar 20 pontos, 10 rebotes e 4 assistências por partida em nove temporadas consecutivas (1998-2006). Mas o que me chama atenção é o reconhecimento que ele tem com seu passado, bem como o reconhecimento que tem com ele, me lembro de quando retornou para jogar em Minnesota após sua troca, se fosse em nosso país e um astro nos trocasse por outro time com certeza seria hostilizado e tudo de pior, mas muito pelo contrário o cara foi homenageado e ovacionado de pé, o amor que os americanos tem por seus astros deveria ser exemplo para todos. 
   Ações como a de Garnett e dos seus torcedores ainda me fazem acreditar, que mesmo vivendo em uma sociedade extremamente capitalista e materialista, o amor pelo esporte é mais forte que qualquer coisa. Parabéns Garnett por sua escolha, sucesso e seja bem vindo ao Hall da fama.